segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Celular na Escola


Uso de aparelho Celular em sala de aula “Positivo ou negativo”
Com os avanço tecnológico ao longos dos anos já, era fato de se esperar que em 2013, quase toda a população do planeta seria contemplada com qualquer um destes aparelhos eletrônicos, tais como: Celular, tablet, iPod, iPad, Notebook etc.
O mais encontrado entre esses aparelhos é o celular. Hoje 90% dos alunos do 6º ao 9º anos fazem uso deste aparelho. Quase todo aparelho de hoje têm acesso à internet, e às redes sociais.
Bom.. vamos falar do uso do celular nas escolas: o aparelho celular traz beneficio ou não ao aluno?
Esse aparelho na mão do aluno complica e muito o desempenho escolar do próprio?
O fato é que as escolas proíbem o uso do aparelho, mas os alunos continum usando-o. Será que ao invés de proibir não deveria ter uma educação tecnológica para com esses alunos?
Pois já diz o ditado: tudo que é proibido é mais gostoso. As pessoas têm que admitir que a tecnologia só avança, ela não regride. Como proibir uma coisa que só avança dia a pós dia?
Temos que remodelar essa idéa de proibição e partir para uma idéia de educação, afinal somos educadores e formadores de opiniões.
O 1º passo seria pesquisar na escola todos os alunos que trazem o aparelho.
O 2º passo: reuni-los com os pais dos mesmo e traçar uma linha de educar corretamente o uso deste aparelho.
O 3º passo: construir na escola uma confiabilidade e respeito entre professor e alunos, sabendo que os alunos em horário de aula têm que estar prestando a atenção na aula, pois ao contrario, ele não aprenderá.
Nas horas vagas poderão, sim, fazer o uso do celular.
Vale lembrar que os alunos saem de casa no mínimo 30m antes de bater o sinal da entrada, então, eles têm esse tempo para que possam fazer suas necessidades digitais. Mais 20m no mínimo de recreio que poderão voltar a fazer o uso do aparelho.
A educação tecnológica tem que ser aplicada o mais rápido possível e esquecer a proibição tecnológica, pois com a tecnologia não se pode ir contra ou tentar proibir, vamos perder sempre.
Ricardo Rodrigues

quarta-feira, 31 de julho de 2013

EJA 1º e 2º Ciclo

Projeto "Aprendendo Mais com as tics" 

Aula com auxílio do site http://www.umacidadeinterativa.com.br/
* Atividade: Unidade, Dezena, Centena.
* Atividade: Situação de Problemas.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Aula de Geografia usando recursos tecnológico.


O professor Ulisses junto com professor Ricardo Rodrigues, ministrando uma aula de Geografia. Localidade, mapa, rua, continente e etc; tudo isso em uma só aula, usando (Google Maps , Google Harth e um GPS ) foi muito produtiva os alunos interagiram muito com as explicações.




segunda-feira, 29 de abril de 2013

Pensamentos de um professor

Pensamentos de um professor 
 Olá, hoje vamos falar sobre a educação tecnológica na vida de uma criança até ela chegar a pré-adolescência. A ciência diz que aos 02 anos de idade as crianças despertam certo interesse de aprendizagem, ou seja, querem mexer em tudo que vêem pela frente. Assim começa a interação tecnológica, a educação tecnológica, e com ela a proibição tecnológica (criança com 04 anos de idade mexendo na TV, os pais logo falam: “Menino tira o dedo daí”, quando poderiam falar: “Meu filho se apertar este botão você vai ligar a TV e você não pode ver TV agora, só mais tarde.” Pronto a criança já sabe onde ligar a TV, mas também sabe que aquele horário não é permitido, pois tem outras obrigações.). Quando a criança atinge os 04 anos, continua mexendo, no celular, por exemplo, e novamente os pais dizem, para de mexer “nisso” você vai quebrar, sendo que poderia dizer, meu filho vem aqui, o que você quer com o meu telefone celular? Pronto, acabou de ensinar, falou o nome do aparelho, mostrou fotos, vídeos, como fazer ligações. E, além disso, ensinou que quando a criança quiser mexer no telefone deverá pedir para o pai explicar como fazer. Assim é o dia a dia da educação tecnológica. Na infância, ou você ensina ou eles aprendem. Só que quando você ensina você pode deliberar horários, regras, e eles acabam aprendendo da maneira correta de usar esses inúmeros aparatos tecnológicos que tem em sua casa. Quando você proíbe, eles vão aprender sozinho, escondidos, quando você não estiver olhando, e assim vem a complicação, pois como não tiveram orientação, aprendem de maneira errada. Mexem na tv, dvd, celular, computador, tablet, etc., sempre de maneira violativa pois eles podem fazer tudo que quiserem, desde que os pais não vejam. Quando as crianças atingem os 06 anos de idade é chegada a hora de irem para a escola, o ensino fundamental. Vamos pegar 2 alunas (fictícias) como exemplo. Bárbara, aluna do 1º ano que estuda em uma turma que o professor utiliza a educação tecnológica u os chamados recursos midiáticos disponíveis na escola. E Karla, também aluna do 1º ano de uma turma que o professor não utiliza s recursos tecnológicos de maneira adequada. O professor da Barbara trabalha muito com os recursos tecnológicos disponíveis em sua escola, ele planeja suas aulas de maneira que consiga trabalhar sempre o conteúdo da sala de aula junto com a sala de informática, para alfabetização utiliza atividades como àqueles velhos joguinhos que encontramos em alguns sites como www.atividadeseducativas.com.br, e desta forma, a Barbara vai ver a letra A, vai ouvir a letra A, vai escrever a letra A, vai colorir a letra A, vai mover a letra A, e vai montar um avião com a letra A. Já Nossa aluna Karla vai apenas ver a letra A, vai ouvir a letra A, e vai escrever a letra A. E agora você me responde, quem mais interagiu com a letra A em 50 minutos de aula? Qual das duas meninas vai ter mais facilidade de entender a letra A? De saber que letra é essa? E assim acontece com o passar dos anos, as duas alunas chegam ao 5º ano, porém a diferença é visível, Barbara aprendeu matemática no quadro branco, na tabuada, no livro e nos aplicativos que tem no laboratório, como Tux Math, site www.umacidadeinterativa.com.br, Piqueruxo, etc. E assim pergunto novamente, quem recebeu mais informação? Quem teve mais conteúdo? Se perguntarmos quanto é 3x3 as duas saberão que a resposta é nove, mas a Barbara saberá transformar um simples número em dinheiro, troco, metros etc., enquanto sua colega Karla só sabe que a pergunta foi 3x3. E isso ocorre em todas as disciplinas, Português, Geografia, Historia etc. Analisando estes exemplos, podemos concluir que quando os professores deixarem de achar que o laboratório de informática é um parque de diversões para seus alunos e encontrar no laboratório um aliado aos seus conteúdos, trabalhando junto cm o coordenador tecnológico (professor de laboratório), suas aulas ficarão mais dinâmicas e mais atraente para seus alunos. PROFESSOR!!! Não use o laboratório como punição ou prêmio para seus alunos. Vamos mudar esses pensamentos, busque mais conhecimento para que seus alunos se interessem de verdade pela sua disciplina. Quando você realmente acreditar nas ferramentas ofertadas pelo coordenador tecnológico, vai notar a diferença de aprendizado nos seus alunos.
                                                                                                              Prof: Ricardo Rodrigues